Quem sabe se até descobre que para se obter uma saida precária ou liberdade condicional paga-se ao técnico uma boa maquia fara “facilitar” o processo.

Ouvimos o Sr director geral dos serviços prisionais, Dr Rômulo Mateus, falar numa entrevista a outro órgão de informação sobre a problemática do uso de telemóveis nas prisões.
Referiu o Sr director que a guerra contra os telemóveis está há muito perdida.
Eu diria que a guerra contra o crime está agora a ser combatida pelo Sr director.
Desengane-se quem pensa que os telemóveis entram nas prisões através das visitas ou com recurso a drones.
Estes métodos são muito raramente utilizados.
Este argumento serve só os sindicatos para reivindicar mais guardas, mais vencimento, menos horas de trabalho, etc.
Ao despenalizar e permitir o uso destes aparelhos nas prisões, como acontece já em muitos paises da Europa, combate-se o crime.
Um recluso ter um telemóvel não constitui um crime. O que efectivamente é crime, é a sua introdução no estabelecimento prisional e a comercialização destes. Uma vez que se trata na grande maioria das vezes de corrupção. 
Sim. Pois são os elementos da guarda prisional e outros funcionários das prisões que introduzem e comercializam os telemóveis entre outros objectos.
Que ninguém pense que um telemóvel ou uma garrafa de wisky entra pelas visitas. Muito menos um computador portátil. 
Portanto, só permitindo o uso dos telemóveis se acaba com esses crimes. Bem como se acaba os churudos rendimentos dos guardas prisionais que se dedicam a esta actividade extra.
No entanto, poderemos assistir a uma onda de rescisões, uma vez que alguns senhores vão deixar de poder suportar as despesas às quais estão habituados só com o magro vencimento inerente à função de guarda prisional e assim dedicar-se-ão talvez à pesca, ou à construção civil.
Houvesee mais pessoas com poder de decisão com a sapiência do Dr. Rômulo Mateus, e este membro da Europa começava verdadeiramente a ser um país a sério. 
Talvez este Sr. se lembre de pedir auditorias às contas dos estabelecimentos prisionais.
Talvez até se lembre de mandar invrstigar directores de estabelecimentos prisionais. 
Ou até de verificar a veracidade dos relatórios sociais elaborados pelos técnicos de execução de pena (educadores).
Ou de mandar investigar estes também. 
Quem sabe se até descobre que para se obter uma saida precária ou liberdade condicional paga-se ao técnico uma boa maquia fara “facilitar” o processo. Ficando os pobres privados desses direitos.
O problema é que se o Sr director se lembrar disso tudo. Vai se ver a braços com uma crise de recursos humanos. Além de que as prisões já estão abarrotar e não haveria espaço para tanta gente.

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