A Galinha Gorda

Diz-se que quando um um cidadão é condenado por um tribunal a uma pena de prisão, é para aprender a viver em comunidade
foi o que aconteceu ao Sr José (nome fictício por questões de segurança), um empresário que se tornou mediático porque pôs termo à vida de um advogado e de um solicitador que, segundo este, “eram malabaristas. verdadeiros atletas a roubar os pobres”.
o cidadão José foi preso e está na prisão “VIP”. na carregueira, belas, Lisboa.
está a cumprir uma pena de prisão porque o estado quer que este homem aprenda a viver de modo socialmente responsável e sem cometer crimes.
o cidadão José, é um homem que trabalha desde tenra idade e por isso tem algum poder econômico.
recebe uma reforma de “mil e tal Euricos”, segundo o próprio.
parece-me que o estado tem sede de vingança para com este cidadão.
colocou-o na prisão VIP e como todos sabemos, tudo o quê é VIP é caro.
este homem come gourmet e paga uma fortuna pela estadia.
a comida é escassa e de péssima qualidade (chega a ser desumana).
e o preço da estadia é altíssimo.
o cidadão reformado recebe o cheque da segurança social com o valor da sua reforma.
Mas a Dra Clara Manso Preto acha injusto um preso ter direito a uma reforma.por isso, e em conjunção de esforços com os seus súbditos, subtrai “supostamente”…os cheques a estes (velhotes). aproveita até o facto de a grande parte destes ser iletrado.
em tempos até se fez uma campanha dando a entender que se as reformas fossem domiciliadas nas contas da prisão. seria extremamente benéfico para a liberdade.
assim, vivem por lá muitos utentes que pagam muito caro sem saberem que pagam.
quando o nosso herói reclamou a falta do seu dinheiro. justificaram com a devolução destes. no entanto, o Sr José pediu esclarecimento à segurança social sobre o paradeiro dos cheques que haviam sido “devolvidos” pela prisão.
na volta do correio recebeu a resposta confirmando as suas suspeitas.
os cheques haviam sido levantados.
Fez inúmeros pedidos para que fosse esclarecido dos factos. Finalmente recebeu a simpática visita dum “suposto”…emissário da Sra diretora. o “Dr” Q.
este senhor, usando da simpatia e manha, apresentou “uns papéis” para o Sr José assinar porque assim ficava tudo resolvido.
Ora. esses “papéis” travavam-se dum documento que ilibava a prisão do desaparecimento dos cheques, transmitindo a responsabilidade do sucedido à familia do preso.
segundo fonte dos serviços prisionais. esta prática é amplamente utilizada pela direção do estabelecimento prisional.
“sacam o dinheiro a quem não tomar atenção”. segundo a mesma fonte “não é bom reclamar porque sabem que se reclamarem cumprem a sua pena até ao último dia” e “o movimento é de milhares de euros por mês. só ao Sr José são uns dois ou três mil euros que roubaram ao homem”.
portanto. trata-se de um negócio de centenas de milhares de euros para quem manda na galinha gorda .
Dito.

Costa Moreno

Relato recebido de fonte próxima

Nas penunbras…do sistema

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